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Trump: Coreia do Norte deve se organizar ou terá problemas

11 Agosto 2017
Trump: Coreia do Norte deve se organizar ou terá problemas

"É o único país com influência sobre a Coreia do Norte", declarou a política.

Horas depois, o secretário de Estado, Rex Tillerson, deu, em Guam, declarações que pareceram tentar amenizar a retórica de Trump, afirmando não crer em "ameaça iminente" e que os americanos podem "dormir tranquilos". Na mira de Pyongyang, Guam abriga importantes bases militares norte-americanas no Pacífico, mas as autoridades da ilha garantem que estão preparadas para responder a possíveis agressões.

Ainda em seu clube de golfe, e acompanhado pelo vice-presidente Mike Pence, Donald Trump rebateu as críticas levantadas por parte da opinião pública americana sobre um comentário que ele fez na última terça-feira (8), quando disse que se a Coreia do Norte continuasse com suas constantes ameaças, encontraria "fogo e fúria como o mundo nunca viu".

"O que eles vem fazendo, sem serem punidos, é uma tragédia", disse Trump, observando como a busca pela Coreia do Norte do míssil balístico armado nuclear vem ocorrendo por 25 anos sob presidentes anteriores dos EUA. "O mundo está, de fato, com uma só voz neste caso", disse. "As pessoas o escutam".

Por sua vez, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que EUA e Coreia do Norte apelem para a diplomacia.

Segundo ele, as ações de Pyongyang continuarão a ser "extremamente incompatíveis" com as dos EUA.

Segundo Mattis, o Departamento de Estado dos EUA se esforça para solucionar a crise com a Coreia de forma diplomática. Ele ressaltou, entretanto, que os EUA e seus aliados possuem capacidades defensivas e ofensivas mais "precisas, ensaiadas e robustas na Terra". "Na verdade, ela serve aos interesses dos norte-coreanos mais do que aos dos EUA e da comunidade internacional".

"O povo do nosso país está a salvo".

O contrato futuro de ouro fechou em alta nesta quinta-feira, 10, no maior nível em dois meses, ainda influenciado pela tensão geopolítica entre Estados Unidos e Coreia do Norte.

"Mas a possibilidade [de ataque nuclear] é muito baixa", opina.